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Partido Kadima na frente

segunda-feira, 9 de agosto de 2010 by Unknown | 0 comentários
Segundo uma pesquisa publicada na sexta-feira pelo jornal Yedioth Ahronoth se as eleições para a Knesset fossem agora, o Partido Kadima de Tzipi Livni venceria com 32 deputados, contra os 29 do Partido Likud de Benjamin Netanyahu. O Partido Trabalhista (que durante mais de 30 anos foi o maior de Israel) obteria apenas 8 mandatos. Na atual Knesset o Kadima tem 29 deputados, o Likud 27 e o Partido Trabalhista 13.  A pesquisa revelou ainda que 64% dos eleitores israelitas não se vêem na atual coligação governamental e que o partidos da direita continuam a ter um maior peso do que os da esquerda.


Primeiro debate da campanha na TV opõe quatro candidatos ao Planalto

sexta-feira, 6 de agosto de 2010 by Unknown | 0 comentários

Debate BandDa esquerda para a direita, José Serra, Marina Silva,
o mediador Ricardo Boechat, Dilma Rousseff e
Plínio Sampaio no primeiro debate da campanha,
na TV Bandeirantes (Foto: Clayton de Souza/AE)
Os candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV), José Serra (PSDB) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) participaram na noite desta quinta-feira (5) do primeiro debate da campanha presidencial na TV, em que discutiram temas como educação, saúde, meio ambiente, carga tributária e privatizações.
O debate foi realizado pela TV Bandeirantes. Parte do programa foi marcada pela polarização entre Dilma e Serra em torno dos legados dos governos Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Marina procurou se mostrar como "pós-Lula e FHC" e Plínio não economizou críticas à situação do país e aos outros candidatos.
No debate, eles responderam a perguntas formuladas pela produção e por jornalistas da emissora. Também puderam fazer perguntas entre si.
Primeiro bloco
Na primeira parte do bloco inicial, os quatro candidatos responderam a uma mesma pergunta da produção. Deveriam escolher, entre segurança, educação e saúde, qual área priorizariam imediatamente após a posse e quais seriam as primeiras medidas.
Plinio de Arruda Sampaio (PSOL) apontou “omissão” da mídia em relação à sua candidatura. “A razão dessa omissão é muito clara, porque nós queremos apresentar uma alternativa a um modelo de desigualdade”. Defendeu a “perspectiva da igualdade social” como forma de encarar os problemas.

Marina Silva (PV) disse não ser possível separar educação, segurança e saúde, mas apontou a última área como prioridade. Disse que “milhões de brasileiros continuam nas filas” e citou sua experiência de “ficar na fila como indigente”. Citou como medida inicial o trabalho pela regulamentação da emenda 29, que assegura recursos mínimos para financiamento da saúde.

José Serra (PSDB) ressaltou a importância das três áreas. “A saúde e a segurança têm a ver com a vida, enquanto a educação tem a ver com o futuro.” Enumerou suas prioridades em cada setor: criação do ministério da Segurança Pública, construção de 150 ambulatórios médicos de especialidades e criação de 1 milhão de vagas no ensino técnico.

Dilma Rousseff (PT) afirmou não ser possível priorizar uma área. “Um governo tem que atender simultaneamente a todos os temas.” Citou propostas em educação, como ênfase em qualidade do ensino e remuneração e “formação continuada” dos professores.

Perguntas
No início da rodada de perguntas entre candidatos, Serra dirigiu-se a Dilma e perguntou quais são suas “propostas concretas” em saúde, segurança e educação.

A petista disse que irá “completar o SUS [Sistema Único de Saúde]” e criar 500 unidades de pronto-atendimento 24 horas. Em segurança, citou a experiência das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) do Rio; em educação, prometeu “grande ênfase” em educação profissional.
Marina fez pergunta a Serra: “Durante oito anos em que você foi situação e oposição, qual foi a aprendizagem que ficou?” Falando em "conquistas ao longo dos anos que não foram parte de apenas um governo", o tucano citou a Assembleia Constituinte, o Plano Real e o Bolsa-Família, “que foi precedida de outras bolsas criadas no governo Fernando Henrique”. Disse que, como oposição, “nunca jogou no quanto pior, melhor”.

Marina criticou PT e PSDB por não terem promovido um “realinhamento histórico” nos últimos 16 anos. O tucano citou ação conjunta com setores da oposição quando era ministro da Saúde de FHC.

Plínio quis saber a opinião de Dilma sobre três temas: promoção de plebiscito para limitar todas as propriedades agrícolas em 1.000 hectares, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e “anistia aos desmatadores”.

A petista disse ser contra qualquer medida que “flexibilize a possibilidade de desmatamento”. Sobre jornada de trabalho, disse que o Brasil “é composto por milhões de situações diferentes” e que a “discussão tem que ser específica”.

Em pergunta a Serra, Dilma citou “valor histórico de geração de empregos” formais no governo Lula (14 milhões). “Como o senhor vê essa diferença e como vai fazer para criar esses milhões de empregos que conseguimos?”

O tucano disse que “a gente não deve fazer campanha com os olhos no retrovisor” e afirmou que as circunstâncias da economia no governo Lula são “absolutamente diferentes” das da gestão do PSDB.
Segundo bloco
Serra iniciou o segundo bloco questionando Dilma sobre a relação da União com as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes). O tucano disse que o governo federal estava discriminando essas entidades.

Dilma rebateu e disse que não concordava “de jeito nenhum” com as declarações do adversário. “Se teve um governo que se comprometeu com essa questão do transporte escolar, que se comprometeu também com a ajuda à criança, ao adolescente e ao adulto excepcional foi o nosso governo. E isso ficou claro não só no que se refere à questão da educação”, respondeu.

Assim como no primeiro bloco, Plínio perguntou qual é a posição de Serra sobre limitar o tamanho das propriedades em 1.000 hectares, sobre redução da jornada de trabalho e a anistia aos desmatadores.

Serra respondeu que o governo federal já tem um “estoque” de terras desapropriadas disponíveis e que não é necessário limitar o tamanho das propriedades. Disse que a discussão sobre jornada de trabalho é “um bom debate para o Congresso Nacional” e afirmou ser contrário a anistia para desmatadores.

Marina abordou o tema da educação e voltou a defender o investimento de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação. Ela questionou a petista sobre como fazer isso imediatamente e comparou o sistema educacional no Brasil com o do Chile, apontando desvantagem para o brasileiro.

Dilma defendeu maior investimento na área e propôs acabar com a chamada progressão automática e continuada. “É importante que as crianças tenham conhecimento testado até para a gente poder reforçar quando não estiverem adequados”, disse.

No fim do bloco, Dilma questionou Marina sobre o crack. A candidata do PV disse que programa recente do governo federal é "muito semelhante” ao apresentado em 2009 ao governo Lula pelo coordenador da área de segurança pública de sua campanha.

Terceiro bloco 
No terceiro bloco do debate, Marina questionou Plínio sobre suas propostas de política social. O candidato do PSOL defendeu uma “distribuição radical” de renda. “Vocês estão propondo medidas de melhorias, isso não vai resolver, porque é brutal a diferença entre o rico e o pobre neste país”, respondeu o candidato.

Dilma perguntou a opinião de Serra sobre duas ações do governo Lula: a política para a indústria naval e o programa Luz para Todos, de eletrificação rural. Serra defendeu maior produção nacional de componentes. Afirmou que o Luz para Todos é um bom programa “financiado pelos consumidores” e um “prolongamento” do Luz no Campo do governo FHC.

Serra questionou Dilma sobre saúde. “Por que houve o encolhimento de cataratas, varizes, próstatas e muitas outras cirurgias?” A petista disse não ser contra mutirões de cirurgias, mas que a ação não pode ser prioridade em política de saúde. Defendeu o fortalecimento do SUS, com criação de unidades de pronto-atendimento e policlínicas.

Ao perguntar, Plinio disse que o governo federal gasta três vezes mais com o serviço da dívida do que com o Bolsa-Família, e pediu que Dilma explicasse a situação.

Ela voltou a defender as políticas sociais do governo Lula. “Nós tivemos no Brasil uma situação muito diferente do que foi pintada aqui”. Citou ainda ações federais de incentivo à agricultura familiar. “Quem fez a meta do programa de reforma agrária do Lula fui eu. Cortaram pela metade a meta que pus”, rebateu Plínio.
Quarto bloco
No quarto bloco, os candidatos responderam a perguntas formuladas pelos jornalistas Joelmir Beting e José Paulo de Andrade, que escolhiam um candidato para comentar.

Dilma foi a primeira a responder. Questionada se é possível reduzir juros e impostos sem um forte enxugamento dos gastos no setor público, apontou um “acelerado processo de redução do endividamento público” no país.

“Quando chegamos ao governo, [a dívida pública em relação ao PIB] estava em 60% e vamos chegar agora a 42%. Acho que em 2014 nós chegaremos a 30%”, estimou. Ela fez críticas ao governo FHC. “No governo anterior, os juros reais estavam entre 15% a 20%. Chegaram até a 23% no primeiro mandato. Agora estamos numa faixa de 5% ou 6%”, disse.

Serra comentou a resposta de Dilma e disse que é preciso uma política econômica “mais adequada” para a redução da carga tributária. “Eu criei a nota fiscal paulista e vou fazer a nota fiscal brasileira", afirmou.

Na pergunta seguinte, questionado sobre privatizações, Serra aproveitou para criticar a indicação de filiados a partidos para cargos públicos. "Não vou arrebentar empresas públicas importantes como aconteceu no caso dos Correios." E acrescentou: “Se eles eram tão contra a privatização, no caso do atual governo, é um mistério porque nada foi reestatizado.”

“Nós não somos aqueles que gostam de falar que vamos rever contratos. A gente respeita contratos”, respondeu a petista. Ela rebateu as acusações de loteamento político afirmando que, no governo FHC, havia deputados federais aliados ao governo federal nos conselhos da Petrobras e na assessoria da estatal.

Marina respondeu a uma pergunta sobre qual seria a prioridade na área ambiental: combate ao aquecimento global ou redução do déficit de saneamento básico no país.

Ela discordou que as duas áreas estejam em oposição. Segundo ela, defender o meio ambiente e melhorar o saneamento “fazem parte da mesma equação”.

O candidato do PSOL foi o escolhido para comentar a resposta de Marina. Contestou a tese de conciliar a defesa do meio ambiente e o desenvolvimento econômico e chamou Marina de “ecocapitalista”.

Plinio foi questionado sobre pontos citados no programa do PSOL, como a ocupação do campo e da cidade, a transposição do Rio São Francisco e a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.

Disse que Belo Monte é um “absurdo econômico” e criticou a transposição do São Francisco, afirmando que o propósito do projeto é "entregar a economia do Nordeste ao agronegócio”. "Não é pra levar água [ao Nordeste]. Tem água suficiente lá." Ele defendeu também a ocupação de terras como “um direito da massa trabalhadora”. Segundo ele, sem as ocupações, a reforma agrária anda “devagarinho”.
Considerações finais
Em sua última intervenção, Serra disse ter sido alertado pela filha sobre ter “sorrido pouco” no
debate, mas se disse “felicíssimo” pela participação. Citou sua origem “de pais modestos” e 
trajetória na vida pública. “Sempre tive uma meta, abrir oportunidades para todos em nosso país, isso é o que eu farei na Presidência da República.”

Dilma afirmou que “coordenar a equipe de ministros do presidente Lula” foi a “experiência mais
vigorosa e importante” de sua vida. Citou a convivência com a “generosidade e inteligência
política” do presidente. Disse ter compromisso com a erradicação da pobreza e disse que “as
mulheres estão preparadas para ser presidente da República”.

Marina disse que as eleições não serão ganhas pela lógica do “eu, eu, sei, sei”. Disse que é o
momento de crescer “sem desconstruir acertos e negar conquistas”. Declamou uma poesia e pediu voto para "eleger a primeira mulher, de origem humilde e amazônica".

Plínio afirmou que há um “muro entre as aspirações e a realidade do país”. “Você não consegue superar isso com medidas homeopáticas”, declarou. Disse ter sido “discriminado” no debate e que sua candidatura expressa “inconformidade”. Defendeu o voto em candidatos do PSOL.
 


Mobiliza - José Serra em 45 segundos

sexta-feira, 23 de julho de 2010 by Unknown | 0 comentários


Mobiliza - José Serra em 45 segundos

by Unknown | 0 comentários


Keith Richards diz em autobiografia que sonha em ser bibliotecário

domingo, 4 de abril de 2010 by Unknown | 0 comentários

Guitarrista do Rolling Stones diz que há anos cultiva paixão por livros.
Roqueiro teria recebido US$ 7,3 milhões em antecipação por biografia.
Da EFE


Ampliar FotoFoto: Divulgação

Richards (de chapéu), que lançará autobiografia, entre os integrantes do Rolling Stones (Foto: Divulgação)

O guitarrista Keith Richards, do Rolling Stones, tem o sonho secreto de ser bibliotecário, diz o próprio em uma autobiografia que está perto de ser publicada.

Segundo a edição deste domingo (4) do jornal inglês "The Sunday Times", o músico confessa no livro que, apesar de sua imagem de roqueiro, há anos cultiva uma paixão pelos livros e inclusive recebeu formação profissional para organizar os guardados em suas casas na Inglaterra e nos Estados Unidos.

Em sua biografia, pela qual teria recebido US$ 7,3 milhões por antecipação, Richards explica que tentou aplicar um sistema que utilizam os bibliotecários para ordenar seus livros, entre eles muitos sobre a história do rock e a Segunda Guerra Mundial. Além disso, Richards atuou como uma "biblioteca pública" ao emprestar exemplares de autores britânicos como Bernard Cornwell e Len Deighton para seus amigos, diz o jornal. 

Segundo o "The Sunday Times", durante sua juventude na austera Inglaterra do pós-guerra, o roqueiro se refugiava na leitura antes de encontrar o blues.

Para Richards, "quando você cresce, há duas instituições que o afetam especialmente: a Igreja, que pertence a Deus, e a biblioteca, que pertence a você. A biblioteca pública é enormemente igualitária".


Justin Bieber, fenônemo pop da vez, causa alvoroço em show beneficente

by Unknown | 0 comentários

Cantor canadense se apresentou no March on Stage, em Los Angeles.
Com apenas 16 anos ele é o atual líder das paradas na América do Norte.
Do G1, em São Paulo


Foto: Reuters

Justin Bieber, o fenômeno pop do momento, causou alvoroço entre os adolescentes que foram conferir sua participação o no March on Stage, evento beneficente que aconteceu neste sábado (3), em Los Angeles. Aos 16 anos, o cantor canadense de R'n'B estreou como número 1 nas paradas de álbuns da América do Norte, com o disco 'My world 2.0'. Com isso, Justin se tornou o artista solo masculino mais jovem a conquistar essa façanha desde Stevie Wonder (aos 12 anos, em 1963). (Foto: Reuters)



Após seis anos, Libertines reúne-se em Londres

sábado, 3 de abril de 2010 by Unknown | 0 comentários

O grupo de rock "indie" britânico The Libertines, que lançou Pete Doherty à fama, reuniu-se pela primeira vez em seis anos nesta semana em Londres, em uma improvisada amostra dos shows que prepara para o verão no Hemisfério Norte.
"Olhando para trás, produzimos coisas das quais estamos muito orgulhosos e queremos recuperar isso", disse Doherty, o polêmico ex-namorado da modelo Kate Moss, em coletiva de imprensa realizada em um pub no norte da capital britânica, onde a banda tocou algumas de suas músicas mais conhecidas, entre elas "Don't Look Back into the Sun".
AP
Banda apresentou alguns de seus hits em pocket show para a imprensa regado a cerveja
Composto por Doherty, o co-líder e também vocalista/guitarrista Carl Barat, o baixista John Hassall e o baterista Gary Powell, o Libertines tocará em agosto nos prestigiosos festivais de verão Reading e Leeds.
Esse reencontro não necessariamente levará a um retorno permanente do grupo que se separou em 2004, ainda que essa possibilidade não seja inteiramente descartada pelos membros da banda.
"Quatro meses é muito tempo para os Libertines", disse Carl Barat. "Veremos o que vai acontecer, se funcionar, funcionou".
Formada em 2002, a banda ficou famosa com seu trabalho de estreia, Up the Bracket (2003), considerado o melhor álbum britânico da última década em uma pesquisa realizada pelo semanário britânico NME.
Mas logo em seguida começaram os problemas entre os músicos, devido sobretudo ao conhecido vício de Doherty em drogas, ainda que o grupo tenha sobrevivido alguns meses sem seu líder antes de se dissolver.
Doherty, que hoje trabalha com o grupo Babyshambles, declarou no ano passado que recebeu ofertas milionárias para retomar o The Libertines, que, apesar de sua inatividade, continua ganhando novos fãs no mundo inteiro.


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